Gestão de frota: reduzir a imobilização por peças exteriores
Um espelho arrancado numa manobra, um farol partido por uma pedra, um para-choques fixado provisoriamente depois de um toque. São danos em peças exteriores que podem deixar o veículo fora de serviço até à reparação, mesmo com o motor e a transmissão em perfeito estado. Determinados defeitos em espelhos, iluminação ou sinalização podem comprometer a segurança do veículo e levar a um resultado desfavorável na inspeção técnica.
Para o gestor de frota, a questão é quanto tempo passa desde o dano até o veículo voltar ao trabalho, e que parte desse tempo depende da forma como a peça é identificada e encomendada.
De onde vem o tempo de imobilização
Numa ocorrência com peças exteriores, o tempo de imobilização reparte-se entre o diagnóstico do dano, a identificação da peça, o prazo de fornecimento e a montagem. Parte dos atrasos evitáveis pode ocorrer durante a identificação: uma encomenda com dados incompletos, uma referência que não corresponde à variante de cabina, um conjunto encomendado quando bastava um componente, ou o contrário. Um erro deste tipo pode acrescentar uma devolução, uma nova identificação e uma segunda encomenda ao tempo que o veículo passa parado.
E enquanto a reparação é adiada, um veículo que continua a circular com uma reparação provisória também afeta a imagem da frota.
Do dano ao veículo em serviço: o processo
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Passo |
O que fazer |
O que evita |
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1. Documentar o dano |
Fotografias da peça danificada, do conjunto e da zona de fixação |
Encomendar uma peça quando o dano atinge também suportes ou braços |
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2. Reunir os dados do veículo |
Modelo, ano, variante de cabina, equipamento e número de quadro |
Referências que não correspondem à configuração real |
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3. Identificar a referência |
Referência OEM da peça danificada, cruzada com a referência aftermarket |
Encomendas por descrição ou por semelhança visual |
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4. Confirmar conteúdo e prazo |
O que inclui a referência (conjunto ou componente) e prazo de entrega confirmado pelo fornecedor |
Receber uma peça incompleta ou planear a oficina sem data |
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5. Montar e verificar |
Montagem, regulação e verificação funcional: orientação do espelho, regulação do farol |
Uma segunda ida à oficina |
O que se pode preparar antes do dano
Parte do tempo ganha-se antes de a ocorrência acontecer. Manter uma ficha por veículo com modelo, ano, variante de cabina e as referências OEM das peças exteriores mais expostas (espelhos, óticas, para-choques, guarda-lamas) permite acelerar a identificação e a encomenda quando o dano ocorre. Registar as ocorrências por modelo e posição ajuda ainda a detetar que peças se repetem na frota e a planear com o distribuidor. As referências OEM são utilizadas apenas para fins de identificação e compatibilidade.
Porquê a DIESSA
A DIESSA é uma marca internacional aftermarket especializada em peças exteriores visíveis para camiões e autocarros, com qualidade equivalente a OEM. A sua gama inclui para-choques, espelhos, óticas, guarda-lamas, painéis de carroçaria e componentes de sinalização. Trabalha em conjunto com partners industriais aprovados sob especificação e controlo de produto DIESSA.
Quando uma peça exterior deixa um veículo parado, a DIESSA dá apoio a distribuidores e clientes profissionais para identificar a referência DIESSA adequada a partir da referência OEM e das características do veículo, quando os dados necessários estão disponíveis desde o primeiro contacto.
Conclusão
Nas ocorrências com peças exteriores, parte do tempo de imobilização pode ser reduzida com uma melhor preparação: dados do veículo disponíveis, identificação por referência e confirmação do conteúdo e do prazo antes da encomenda. São passos que ajudam o gestor de frota a agilizar a reparação e a devolver mais cedo o veículo ao serviço.
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